How to successfully network at a translation conference

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Courtesy of Unsplash, by Matthew Henry

Those who know me well are quite aware of the fact that I am a conference rat. I love conferences and, most of the time, they are an “excuse” for traveling somewhere and visiting some place new. So much so that whenever I travel my mom asks if I am going to attend any conferences. Well, sometimes I do travel to visit friends, you know?

After attending so many conferences, you end up naturally mastering this networking thing. However, I know how difficult it can be the first or second time we attend one. We feel lost, most of the times we do not know absolutely anybody, we are shy, and we want to dig a hole on the ground to hide and simply disappear from this frightening place. See? It is normal, it happens with anybody. I never feel comfortable whenever I go to a new place either, like a new gym, for example. But I will not stop exercising just because of that, am I? Well, I know this may be more than an excuse for some people though…

Keeping this conference newbie tiny issue in mind and the fact that the Abrates Conference is just around the corner, I decided to share with you some tips for successfully networking at conferences without simply throwing yourself at the people either.

  • First of all, having and carrying your business cards with you at all times is a must. And this is valid for any occasions. Have a bunch of business cards in your wallet, purse, gym bag, car. Whenever someone asks for your email or phone number, just handle them your card and make a good impression with your professionalism. 😉
  • However, do NOT just randomly start giving your cards away to simply anybody with no reason whatsoever. Wait for the right time. Timing is everything when you want to make a good impression.
  • In order to find the right time, first, you need to be open. When we feel shy, we tend to bury our heads in our notepads, mobiles, or even in the coffee break food. (Who never?) Look up, not down, and keep a smile on your face at all times. Do not be afraid of saying hi to people even when you do not know them, especially those who are sitting right next to you during the numerous talks. This openness is key to finding the right time to “strike,” besides making it easier for people to approach you.
  • Approaching other attendees is not necessarily the worse thing ever. Small talk is there to rescue us! Comment about the icing cold air conditioning, the horrible Wi-Fi connection, the nice venue, the amazing lunch you just had, that coffee you terribly need, you name it, with the person who is sitting next to you. After breaking the ice, show interest and ask the person their name, what they do, where they are from, etc. And take the chance to ask for the person’s business card, so you can keep in touch. Naturally, they will also ask for yours. There you go. It does not hurt, does it? And you cause a way better impression when you show you are interested in knowing about the person than if you make it about yourself from the beginning. This approach can also be used during coffee breaks: comment about the amazing food, the interesting talk you just attended, how sleepy and in need of coffee you are… And repeat the same next steps: show interest to know who the person is and ask for their card.
  • Another way of approaching other attendees is when you “know” them somehow: you always see them commenting/posting on Facebook groups, you like their blog/what they do, you are Facebook “friends,” you name it. These are great ice-breakers.
  • Do not leave a conference without talking to presenters you like or whose presentations you enjoyed! There is no better ice-breaker than approaching the person to say you watched their presentation and loved it. Ask for their card so you can follow them on social media, and there you go. Or, if given the chance, you can even approach them before their talk (even if you are not really planning on attending it), saying you saw they are presenting, you are interested at the topic but unfortunately will not be able to attend it, so maybe they could give you their card so you can keep in touch? 😉

In a nutshell, the key is to be friendly and open at all times, and take every chance to start a small talk and take it to the next level by showing interest at the person. Only make it about you if the person opens the floor for you to do so.

If you engage with as little as one person per period (morning and afternoon), you end up with four contacts to follow up at a two-day conference. If you adequately follow up with them after the conference, these four people may introduce you to other people throughout the year and at the next conference as well. It is a vicious circle that only gets bigger with time, and one that works for itself, with no need to make such a great efforts anymore.

Now, last but not least, it is also important to know how to properly follow up.

  • Write an individual and personalized email to people you really liked meeting showing your appreciation.
  • Do NOT simply add people on social media without sending them a private message reminding them exactly where and how you met, or where you know them from. Actually, this should be always applied, like a best networking practice. It is hard to remember every single person we meet at conferences, and anywhere for that matter.
  • Now, I know this is hard to ask nowadays, but I actually prefer to follow their blog, like their Facebook page, follow them on Twitter, etc., instead of adding them as friends on Facebook or LinkedIn, especially those I did not really have a chance to connect that much.

Those who are at the the ITI and NAJIT conferences can already start applying these tips. If you do, let us know if it worked. And for those who are attending the Abrates Conference next week, like myself, you can start practicing in the shower. 😉

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Por que você deve ir ao Congresso da Abrates?

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O VII Congresso Internacional de Tradução e Interpretação da Abrates começa oficialmente daqui a exatamente duas semanas. Caso você já tenha feito sua inscrição, ótimo, nos vemos lá. Caso ainda não tenha feito, pense bem e leia este texto com carinho, pois só tenho motivos irrefutáveis para você participar. 🙂

O primeiro Congresso da Abrates do qual participei foi em Belo Horizonte, há três anos, quando ele passou a ser anual e não mais bianual. Depois disso, não perco mais nenhum. Fui ao Rio de Janeiro no ano seguinte e a São Paulo no ano passado, e vejo ele ficar cada vez maior e melhor com o passar dos anos. Se, na minha opinião, a edição do ano passado foi incrível, não consigo nem imaginar como será a deste ano.

Se você foi a uma das últimas edições sabe exatamente do que estou falando. E se pensar como eu, não perde esta edição por nada.

Mas vamos aos números da edição do ano passado:

– Participantes: quase 900.

– Palestras: mais de 70.

Você consegue ter ideia dessa proporção e do que ela significa? É impossível você não achar nenhuma palestra interessante.

Na minha opinião, estes são os benefícios de participar de um evento desse porte:

– Primeiro motivo fundamental: aprendizado. Como eu disse, é impossível não se interessar por nada, pois são várias opções no mesmo horário. Os assuntos são os mais diversos possíveis, apresentados por profissionais estabelecidos no mercado, tanto nacionais quanto internacionais. Todos têm a aprender: tanto iniciantes quanto profissionais já estabelecidos.

– Segundo motivo fundamental: networking. Pense bem: você tem 900 possibilidades de conexão. Estou falando de conexões reais, olho no olho, tomando um cafezinho, trocando uma ideia, formando parcerias. Você tem a chance de encontrar, em um só lugar, todas aquelas pessoas que você só conhece pela internet. E ainda tem a incrível chance de conhecer inúmeras outras pessoas novas, além de poder conversar com aquele palestrante ou tradutor que admira em um ambiente mais descontraído que possibilita essa abordagem.

– Terceiro motivo importante, na minha opinião: inspiração. Você sai de um evento desses extremamente inspirado, cheio de ideias, com uma vontade fantástica de trilhar caminhos novos e promissores. As baterias são recarregadas de uma forma que nenhum período de férias, seja onde for, consegue fazer, porque você volta inspirado para trabalhar e fazer acontecer.

– Último motivo, mas não menos importante: descanso. Embora você esteja aprendendo e toda a carga horária seja, de certo modo, cansativa, é uma oportunidade de sair da toca, ver pessoas conhecidas e novas, tomar um café, almoçar, passear… É a união perfeita do útil com o agradável. Melhor, impossível! Além das festinhas, é claro. Teremos um happy hour organizado por mim, pela Dayse Boechat e pelo William Cassemiro na quinta-feira (mais informações abaixo), o coquetel de abertura do próprio congresso na sexta e um jantar no sábado.

Agora vamos ao investimento, afinal de contas, é um investimento profissional. O que você realmente ganha com isso, além do já exposto acima?

– Além das 95 opções de palestras, este ano teremos cursos pré-congresso. Eles são pagos separadamente, mas os inscritos no congresso têm desconto. É a chance de você fazer cursos presenciais em diversos temas.

– Haverá duas palestras de treinamento do Studio 2015 com direito a certificado na programação normal.

– Espaço reservado para agências, nos quais os participantes poderão conversar diretamente com os recrutadores com a possibilidade de fechar parcerias.

– Presença de grandes empresas de CATs, como memoQ, MateCat, Memsource e Wordfast.

Ou seja, é um investimento que vale cada centavo. Além de ser possível parcelar o valor da inscrição, a Abrates também tem parcerias com hotéis que oferecem desconto aos participantes.

Veja a Programa preliminar do congresso (quase final).

Minha palestra, Como usar o Facebook como ferramenta de divulgação do seu trabalho, será no sábado, às 14h10. Além disso, também participarei da apresentação do Programa de Mentoria da Abrates no mesmo dia, às 15h10, com um coffee break especial da mentoria após a apresentação.

Sobre o happy hour na quinta-feira:

Local: Inverso Bar, Rua Mena Barreto, 22 – Botafogo
Horário: 18h

Caso queira se juntar a nós, basta confirmar presença aqui nos comentários ou entrar em contato diretamente comigo por e-mail ou qualquer outra rede social.

Esses são ou não são motivos irrefutáveis para você participar do congresso? Vejo você daqui a duas semanas?

 

Mentoria em tradução

Cabeçalho

O que é

Embora o termo mentoria seja recente, principalmente no Brasil, o conceito faz parte das nossas vidas de maneira informal desde que nascemos. Em sua forma básica, trata-se do processo natural no qual somos orientados no melhor caminho, incentivados a fazer mudanças ou impulsionados a evoluir. Por proporcionar efeitos altamente significativos, esse processo natural começou a ser estudado e pesquisado profundamente a partir dos anos 70 (no Brasil, somente há cerca de 10 anos). Foi, então, adaptado ao uso formal, estruturado como recurso de orientação e desenvolvimento profissional. No Brasil, a mentoria como ferramenta de desenvolvimento profissional está dando os primeiros passos. Na tradução, a ATA (American Translators Association) foi a primeira a introduzir um Programa de Mentoria, seguida recentemente pela APTRAD (Associação Portuguesa de Tradutores e Intérpretes) e agora pela Abrates (Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes).

Como funciona

A mentoria é um processo no qual o mentorado é orientado para facilitar e agilizar seu desenvolvimento e evolução por um profissional mais experiente que dedica seu tempo para compartilhar conhecimento e experiência com base principalmente no exemplo. Por sua experiência e por já ser consagrado no mercado, o mentor serve como objeto de respeito e admiração, um exemplo a ser seguido. Na tradução, esse processo ajuda o tradutor iniciante ou recém-formado a adquirir uma base mais sólida sobre como funciona o mercado diretamente de alguém que já está nele e que pode falar com propriedade sobre o assunto. Com isso, o mentorado obtém o caminho para encontrar as respostas (não as respostas em si) de que precisa de forma mais rápida e eficaz.

Benefícios são gerados para todas as partes: mentorado, mentor e organização. Além do aprendizado geral sobre o mercado e a profissão, o mentorado tem a chance de ampliar sua rede de relacionamentos. O mentor, por sua vez, além de ser reconhecido e de também aprender com o mentorado, obtém satisfação pessoal e profissional. Já a organização, adquire experiência organizacional e aprende com o desenvolvimento dos mentores e mentorados. Ou seja, todos saem ganhando.

Caminho das Pedras

O Programa de Mentoria “Caminho das Pedras” da Abrates é totalmente gratuito. Foi lançado no início de março e já é sucesso absoluto! No momento, há 20 pares mentor/mentorado em andamento e já há uma lista de espera.

Para se inscrever como mentorado, é preciso:

  1. Ser associado da Abrates e estar em dia com suas obrigações; e
  2. Ter no máximo dois anos de experiência como tradutor/intérprete; ou
  3. Estar no último ano do curso de tradução/interpretação/letras.

Para se inscrever como mentor, é preciso:

  1. Ser associado da Abrates e estar em dia com suas obrigações; e
  2. Ter no mínimo cinco anos de experiência na área.

Os interessados são solicitados a preencher uma ficha de inscrição com detalhes pessoais e metas desejadas para o programa. O Comitê de Administração analisa cada ficha e decide, em conjunto, o mentor mais adequado para cada perfil, de acordo com as descrições fornecidas na ficha do mentorado.

Cada programa dura seis meses, contados a partir do primeiro encontro do par. Os pares devem se encontrar por no mínimo duas horas por mês, no formato de preferência dos dois, com frequência também a ser decidida em conjunto. Cada par tem seu próprio coordenador dentro do Comitê de Administração. As reuniões são acompanhadas pelo coordenador designado por meio de relatórios de acompanhamento que devem ser preenchidos pelo mentor e pelo mentorado separadamente após cada reunião. Embora o programa tenha caráter voluntário (de todas as partes), há regras a serem seguidas para garantir a qualidade e o andamento fluido do programa de cada par. Caso essas regras não sejam seguidas, os coordenadores do Comitê de Administração decidirão, em conjunto, sobre a possível exclusão do mentor ou mentorado do programa.

Embora o limite de pares já tenha sido atingido, se você tiver interesse em ser mentorado e estiver de acordo com a regras do programa, envie um email se inscrevendo a fim de que possa entrar na lista de espera. A lista de espera segue a ordem de conclusão de inscrição, ou seja, quando o mentorado é finalmente aprovado no processo de seleção e considerado apto para começar o programa.

Acesse a página do programa no site da Abrates para saber mais detalhes, conhecer as regras e obrigações. Caso tenha qualquer dúvida ou queria se inscrever, entre em contato pelo e-mail: mentoria.abrates@gmail.com.br.

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