Guest post: Technical translation (in Portuguese)

Welcome back to our series of guest posts! Today’s guest is Melissa Harkin, Brazilian translator, who wrote about technical translation and the difficulty in finding good translators.

Welcome, Melissa!

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O mercado de traduções técnicas e a escassez de bons profissionais

O tradutor é um profissional que carrega grande responsabilidade. Uma única palavra errada ou fora de contexto pode ter consequências desastrosas. 

A mesma responsabilidade reside com o cliente em relação à necessidade de contratar um tradutor profissional e competente, fornecer material completo e preciso para a tradução, obedecer ao prazo dado pelo tradutor (ao invés de pressioná-lo para entregar antes do prazo acordado) e trabalhar em parceria com o tradutor contratado no que diz respeito a terminologias técnicas, tom de voz do texto e perspectivas culturais da linguagem. 

Estes aspectos ficam ainda mais evidenciados quando o texto é técnico. Manuais de operação, relatórios médicos, estudos de impactos ambientais e sociais, procedimentos de segurança e outros tantos tipos de documentação técnica não podem, de forma alguma, conter erros. 

A tradução técnica é conhecida por ser um dos mais difíceis tipos de tradução escrita. O tradutor tem de dominar a difícil tarefa de traduzir o texto técnico com habilidade e de forma correta para não perder o significado de uma palavra ou expressão, não alterar o contexto e nem cometer erros que podem levar não só a danos aos equipamentos, como também colocar em perigo a saúde ou mesmo a vida de outras pessoas. 

Não é necessário ser engenheiro ou médico para traduzir determinados conteúdos, mas é necessário conhecer e entender o assunto a ser traduzido. 

O tradutor não deve aceitar traduzir tudo o que aparecer pela frente. Ele só deve traduzir um texto médico, por exemplo, se realmente entender e/ou conhecer o assunto. O mesmo vale para outros tipos de conteúdos técnicos. 

A palavra de 71 milhões de dólares – Em 1980, Willie Ramirez, então com 18 anos de idade, foi internado em um hospital da Flórida em coma. Seus amigos e familiares tentaram descrever sua condição para os paramédicos e médicos, mas eles só falavam espanhol. A tradução (interpretação) foi realizada por um membro da equipe médica que era bilíngue e traduziu “intoxicado” como “intoxicated”. Um intérprete profissional saberia que “intoxicado” assemelha-se mais com “envenenado”, e não apresenta conotações de uso de drogas ou álcool que a palavra “intoxicated” carrega. A família de Ramirez acreditava que ele estava sofrendo de uma intoxicação alimentar. Ele estava na verdade sofrendo de uma hemorragia intracerebral, mas os médicos procederam como se ele estivesse sofrendo de uma overdose intencional de drogas – quadro que pode apresentar alguns dos sintomas do paciente na ocasião. Por causa da demora no atendimento, Ramirez ficou tetraplégico. Ele recebeu uma indenização por imperícia médica no valor de 71 milhões de dólares. 

Já é difícil achar bons tradutores no mercado, afinal, não basta ser bilíngue para saber traduzir. Mas encontrar [bons] tradutores técnicos é ainda mais complicado.

O tradutor técnico é aquele que trabalha com conteúdos científicos, de tecnologia ou engenharia. Ele precisa não somente conhecer e entender o assunto a ser traduzido como também, muitas vezes, ter a habilidade de escrever de diferentes formas, usando um tom de voz mais acadêmico ou uma escrita mais parecida com a de manuais. 

Há uma verdadeira escassez desses profissionais no mercado de tradução. E isso faz com que cada vez mais conteúdos sejam traduzidos por pessoas sem o devido domínio e/ou conhecimento do assunto. 

Mas também não basta o tradutor técnico ser proficiente nos idiomas que traduz e conhecer o assunto a ser traduzido. Ele precisa buscar o desenvolvimento e aperfeiçoamento contínuos, mantendo-se atualizado nos conteúdos e inovações técnicas das áreas de conhecimento que traduz através de jornais, revistas, cursos, palestras e visitas técnicas. 

O cliente, por sua vez, precisa conhecer o histórico profissional do tradutor para ter certeza de que o profissional escolhido é realmente o mais indicado para traduzir seu conteúdo.

Thanks a lot, Melissa, for accepting my invitation and taking the time to write such a great piece! It was a real pleasure to feature you on our guest series. 🙂

Please feel free to comment or ask her anything. 😉

About the author
melissa-harkinBacharel em Direito e pós-graduada em Gestão Estratégica (MBA) pela FMU, Melissa Harkin trabalha como tradutora desde 1997, tendo também atuado por vários anos em outros mercados (Óleo e Gás, Aviação, Farmacêutico, RH, Construção, Energia e Meio Ambiente) antes de se dedicar em tempo integral à Tradução.
Melissa é membro da American Translators Association (ATA) – a maior associação profissional de tradutores e intérpretes nos Estados Unidos, e é filiada à Federação Internacional de Tradutores (FIT), com mais de 10.000 membros em 90 países.
www.melissaharkin.com

Uma visão consolidada de como é a Interpretação para o Serviço Público

Estamos de volta com mais uma tradução. Hoje teremos outra tradução do inglês para o português do texto da convidada Silvia Dall’Onder, An inside view of Public Service Interpreting. Espero que gostem!

Tenham todos uma ótima semana!

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Gostaria de compartilhar com vocês um pouco sobre a minha experiência de trabalhar como intérprete para o serviço público em Londres. Trabalhei nessa função por 14 anos antes de voltar para o Brasil em 2012. Geralmente, quando falo para as pessoas sobre meu trabalho, elas se surpreendem com o fato desse tipo de interpretação existir. A palavra intérprete, ao menos para leigos, sempre os direciona para o glamour de cabines de conferências ou reuniões diplomáticas. Isso está longe da realidade da Interpretação para o Serviço Público (PSI, na sigla em inglês), como vocês verão logo abaixo.

A profissão de PSI surgiu com a necessidade de inserir padrões profissionais em atividades que já existiam por muito tempo, como facilitar a comunicação entre duas ou mais pessoas que não falam um idioma comum. Isso é o que todos os intérpretes fazem, mas no caso dos PSIs, o cenário ou contexto é diferente.

Finalmente, os serviços públicos perceberam que o antigo sistema de aceitar um amigo ou parente de um paciente como intérprete para uma consulta com um médico, por exemplo, era muito informal e cheio de dificuldades. A competência linguística nunca era testada, a confidencialidade era comprometida e, regularmente, as pessoas iam a reuniões ou audiências judiciais sem falarem uma palavra de Inglês (e sem aquele amigo tão necessário). A Convenção dos Direitos Humanos estabeleceu que, no caso do sistema judicial criminal, cada acusado tem o direito de ouvir as acusações e o processo em tribunal em um idioma que compreenda. Londres é uma das cidades com a maior diversidade linguística do mundo, com mais de 250 idiomas falados. Isso dá uma ideia da dimensão do papel do PSI.

Então, quem eram meus clientes? Por um lado, médicos, assistentes sociais, oficiais jurídicos, juízes, enfermeiras (a lista continua) nativos da língua inglesa; e, por outro, qualquer pessoa que não falava inglês ou que tinha domínio limitado do idioma e precisava ter acesso a serviços públicos. No meu caso, pessoas que moravam em Londres vindas de países lusófonos (Angola, Portugal, Brasil e Moçambique). Então, no decorrer do meu trabalho, fui a delegacias, prisões, escolas, cortes e tribunais, e hospitais ao redor de Londres e além.

Como eu conseguia trabalho?

Até aqui, tudo bem, mas como isso funciona? Quem procurava o meu trabalho? Quem pagava por ele? O trabalho era alocado a intérpretes qualificados que estavam nas listas de intérpretes de vários departamentos locais. Eu morava na região nordeste de Londres. A prefeitura local tem um departamento de idiomas que lida com solicitações de intérpretes de prestadores de serviços da área, por exemplo, hospitais locais, departamento de serviço social, escolas etc. Os acordos eram geralmente feitos com antecedência, e poderia haver muitos serviços em diferentes locais no mesmo dia. O trabalho não era limitado a minha área. Registrei-me em outros serviços e, muitas vezes, viajava para outros bairros londrinos. O tempo de deslocamento em Londres é um fator a ser considerado, por isso, tentei limitar meu trabalho a áreas próximas. Também havia trabalhos de última hora, portanto, eu estava sempre de prontidão, caso houvesse uma emergência. O pagamento dos serviços linguísticos vinha do orçamento da prefeitura. Eu era paga pelo número de horas que trabalhava, incluindo o tempo de deslocamento.

National Register of Public Service Interpreting (NRPSI)

Outro ponto de referência para encontrar um intérprete é o registro nacional de intérpretes de serviços públicos (NRPSI, na sigla em inglês) (http://www.nrpsi.org.uk/). O NRPSI é uma organização independente que gerencia uma lista de intérpretes qualificados em idiomas diferentes. As delegacias, por exemplo, usam essa lista para chamar um intérprete quando precisam. Então, se prendem alguém que fala polonês, eles pegam a lista para procurar um intérprete de polonês que esteja mais perto da delegacia. O mesmo se aplica se eles precisarem entrevistar alguém que tenha testemunhado um crime. Como ninguém pode prever que horas um crime acontecerá, podemos ser chamados a qualquer hora do dia ou da noite. Os trabalhos nas delegacias são geralmente longos. Pode haver muita espera, enquanto os policiais lidam com todo o tipo de caso, esperam advogados (e intérpretes) chegarem para, então, conduzirem uma interrogação com a pessoa presa.

Tribunais também usam o NRPSI para chamar um intérprete. Isso é normalmente feito antes da audiência e, às vezes, mas nem sempre, nos informam o nome do cliente e o tipo de crime.  Poucos detalhes sobre a audiência são revelados para preservar a confidencialidade. A falta de detalhes sempre me deixava muito ansiosa porque não era possível fazer nenhum tipo de pesquisa sobre o assunto. Um procedimento semelhante se aplicava quando escritórios de advocacia buscavam meus serviços. Eles normalmente marcavam visitas em prisões para verem seus clientes, levando-me como visitante. Passei pela maioria das prisões de Londres.

Qualificação e treinamento

A qualificação específica necessária para fazer parte do NRPSI e trabalhar como PSI é denominada Diploma em Interpretação para o Serviço Público (DPSI, na sigla em inglês).

Essa qualificação é credenciada pelo Chartered Institude of Linguists. O candidato participa de um curso de treinamento preparatório por um ano que envolve a prática de habilidades de interpretação exigidas pelo exame: interpretação consecutiva, tradução oral, interpretação sussurrada e tradução escrita. Todas as habilidades são testadas nos dois idiomas: inglês e outro, geralmente, a língua materna. Durante o curso, outras habilidades importantes são ensinadas, além das técnicas de interpretação mencionadas acima, como criação de glossários, terminologia e as habilidades profissionais necessárias para ser um intérprete de serviços públicos com ênfase em confidencialidade e imparcialidade. Recomendo o treinamento e exame do curso de DPSI para aqueles que desejam embarcar nessa carreira.

A realidade do dia a dia

Trabalhar como intérprete me deu uma perspectiva de muitas vidas e situações que acredito ser difícil descrever aqui. Também foi muito interessante estar em contato com tantos profissionais diferentes e ter uma visão geral das atividades de cada um deles. Arrependo-me muito de não ter mantido um diário de todos os casos complexos e interessantes que presenciei no meu ponto de vista “invisível” de intérprete. Muitas vezes, voltava para a casa com uma sensação de frustração por não ter sido capaz de fazer mais para ajudar o próximo. Foi uma experiência terrível ver um paciente estrangeiro em uma ala de saúde mental que não conseguia falar uma palavra de inglês. Frequentemente, os clientes estrangeiros não entendiam o porquê eu não poderia aconselhar ou conversar com eles em detalhes sobre a situação deles. É essencial se manter imparcial. Também vi como pessoas sozinhas vivem em um país estrangeiro, especialmente quando não falam a língua nativa. Há vários motivos pelos quais os clientes não falam inglês o suficiente. Na maioria dos casos, não é uma questão de escolha, mas de circunstâncias pessoais.

Havia inúmeros desafios. Um deles era me familiarizar com a terminologia de várias disciplinas, como direito e medicina. Familiarizei-me com muitos termos técnicos em inglês e português. Todos os dias, eu encontrava palavras que não conhecia. Às vezes, os assuntos mais triviais me desafiavam. Costumava ter pavor de usar o sistema imperial de medida. “A faca tinha mais ou menos nove polegadas de comprimento” e uma discussão se iniciava sobre o tamanho real da faca, e o tamanho da lâmina, e meu cliente só sabia descrevê-la em centímetros. Todas as conversões de medidas precisavam ser feitas rapidamente, especialmente em uma audiência.

Já faz dois anos desde a última vez que trabalhei como intérprete em Londres. Ao escrever para esse blog, uma série de memórias ressurgiu sobre uma aventura profissional da qual nunca me arrependi de iniciar. Espero que o que eu tenha compartilhado com vocês tenha aprofundado as curiosidades sobre a profissão e os direcione para uma nova carreira emocionante.

Translator’s bio
Profile PicAlessandra M. Silva é formada em Letras – Tradutor/Intérprete pela Unilago e em Jornalismo e Estudos de Mídia pela CMI – Dublin. Atuou como professora de idiomas por mais de nove anos no CCAA nas franquias de Santa Fé do Sul, São José do Rio Preto e São Paulo. Atualmente, trabalha com tradução e como consultora de moda de luxo. Também se interessa por Marketing Digital e Divulgação de Marcas. Reside na Irlanda desde março de 2008. Entre em contato com ela pelo LinkedIn.

Happy birthday to us!

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Yaaaay! Today the blog is turning one year old! How cool is that?

Happy birthday to us!!!

Let’s look back and see what we’ve been through so far.

  • On this day last year I published my very first blog post, Welcome, and launched the blog Carol’s Adventures in Translation.
  • In the beginning of the year, I decided to start an editorial calendar and a series of guest posts. Our first guest post was on proofreading (in Portuguese), O (incompreendido) revisor, by Beatriz Camacho, on February 4. Since then, every Tuesday we have a guest writing about an interesting and specific topic on translation and every Thursday I write our weekly posts.
  • So far, we’ve had 59 posts, both in English and in Portuguese. 25 of them are from beloved guests.
  • Best daily views ever: 648 on March 17. In total, we had 12,060 views.
  • Our top post for all days is a Weekly post in Portuguese, 22 dicas importantes sobre alguns erros comuns em português, with 3,342 views.
  • Our views have come most from Brazil (6,703), and the runner-up is the United States (1,087).
  • The blog has been visited by people from exactly 109 different countries!
  • 41 people follow the blog.
  • There were 24 comments on all posts so far.

Amazing stats, right? And all of them are thanks to you, dear readers! Thank you for always checking back, reading all posts, commenting and sharing! Ow, and now, I also have to thank the blog’s translators! You all rock! 😀

Guest post: A translator when…

Hi, there! Here we are, on yet another guest post. Do you know the Tumblr Um Tradutor Quando? Well, if you do, you’ll like today’s guest, Michele Santiago, the mind and creativity behind the Tumblr.

Welcome, Michele!

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Marketing has many forms, my friend

The sentence “no man is an island” acquires new meanings when it comes to online presence and marketing. If you are a freelance translator, knowing these words and adding them to your vocabulary is a must. Some find it easier to keep an online presence via website (and we all should have one, keep that in mind), statically. Many others also try blogging. Unlike Caroline, I found out keeping a blogging schedule was too hard. And the thing is we forget about other possible means to connect with our audience.

Your audience can be your target clients, or your colleagues. If you are more like me, then you are not comfortable with this topic. Having to show yourself out there, maybe even talking to strangers, starting a conversation – I am more of a tech-kind-of-girl, feeling more comfy in front of the computer screen. If this is your case, then let us change it. You do not have to become a party person overnight, but you must find a new zone where you feel OK (maybe even happy?) with putting yourself out there. After all, you are offering a service, but if the word is not out there, how will your potential clients find you?

Two years ago, I started a Tumblr called Um Tradutor Quando (something like “a translator when…”). It was supposed to be only a way of making fun of the weird things that happen to us, translators. But we all have our limitations and one of mine is creativity. So I shared the Tumblr address in a Facebook forum asking for contributions. And it worked. I started receiving lots of interesting ideas. And it started to grow.

I kept this project as “something aside”, reluctant to see it as another online presence tool for my work. Because that meant work, and it was supposed to be only for fun, when I had nothing else to do. The first time I noticed this was actually a good means for publicity was when I met a colleague in an event and she recognized me, and introduced me to another colleague as “Michele from that Tumblr”. That situation gave me a hint on how important this side project was.

On another occasion, a colleague approached me asking if she could refer me to a client of hers, who was looking for a Brazilian Portuguese translator for a specific project. It was a project that required some level of creativity (oh, the irony!), and that she felt my Tumblr could serve as a good portfolio.

The third time was really the charm. It was in a conference called Café com Tradução, in Brazil, April this year. I was not there, unfortunately, but I was following everything online. A colleague was giving a talk about social media as a commercial tool, and she mentioned my Tumblr as a good example for online marketing. The first Tumblr in Portuguese about translation (this is the post where I thank her for the mention, too bad the video is not available anymore – http://goo.gl/zmzqIu). This is when I realized I needed to be more serious about it, schedule posts more often, look deeper for new GIFs and ideas. And if you visit http://umtradutorquando.tumblr.com/, you will notice that I have not posted very often lately, but the reason is there as well.

There were other memorable occasions in which I was reminded of all that, such as a nomination for the ProZ.com Awards, and the invitation from Caroline to write this (thank you!), but I am sure you got my point.

My intention with this text is not to assemble an army of translators with Tumblrs. You do not have to do that to keep a good online presence – or if you feel like it, then do it. The most important thing is to acknowledge the power of social media, and that there are so many platforms you can test drive to find your unique tool, the one that works for you and feels like a fun project. Start looking for it.

Thanks a lot for accepting my invitation and kindly taking the time to write this post, Michele! It’s a real honor to feature you on our blog.

If you still don’t know her Tumblr, don’t waste any more time. Check it out now!

Comments, questions, doubts?

Author’s bio
MiSantiagoMichele Santiago is an English and Spanish into Brazilian Portuguese translator and localizer. She specialized in Life Sciences, Business and IT texts. Holds a MA Degree in Translation from the University of Porto (2013). Michele is a member of American Translators Association (ATA) and Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes (ABRATES), and trainer and mentor in ProZ.com. She is also the author of the Tumblr Um Tradutor Quando. You can contact her via email (michele@santiagotranslations.com), Twitter or LinkedIn.

Você não tem dormido o bastante? Cuidado!

Olá, queridos leitores! Como passaram o fim de semana? Empolgados nesta segunda-feira?

Hoje lançaremos a série de traduções de publicações do blog! 😀 A primeira publicação traduzida será do inglês para o português do texto Not getting enough sleep? Be aware! Espero que gostem!

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Normalmente, recomenda-se que as pessoas durmam de sete a oito horas por dia. Algumas pessoas podem precisar de mais ou até menos horas que isso. Entretanto, é muito comum encontrar tradutores trabalhando até tarde da noite ou mesmo a noite toda, sem conseguir dormir nada.  Já passei por isso e posso afirmar que não é bom para a nossa saúde. Hoje em dia, preciso de oito a nove horas de sono por noite para trabalhar adequadamente no dia seguinte. No entanto, sei que sou uma exceção. Foi por isso que decidi falar sobre um tópico tão comum entre os tradutores: a privação do sono.

Privação do sono é a condição de não dormir o suficiente.

A vermelhidão dos olhos é apenas uma das consequências que você pode apresentar quando não dorme o bastante. E as consequências  podem se tornar sérias a ponto de até mesmo modificar os seus genes! A privação do sono pode aumentar…

  • o risco de derrame cerebral
  • o risco de obesidade
  • o risco de diabetes
  • o risco de alguns cânceres
  • o risco de doenças do coração
  • o risco de morte
  • os riscos de se ter um acidente
  • a probabilidade de pegar um resfriado
  • os níveis de ansiedade
  • os níveis de depressão
  • o risco de hipertensão

Ela também pode:

  • estimular a perda de memória
  • causar danos aos ossos
  • diminuir a produção de espermatozóides
  • prejudicar o seu coração
  • debilitar o reconhecimento
  • diminuir a sua expectativa de vida

Uma noite sem dormir fará com que você se sinta cansado e irritado, mas não causará um impacto direto na sua saúde. Diversas noites sem dormir, entretanto, podem afetar a sua saúde geral, e os efeitos mentais tornam-se mais sérios.

Uma boa noite de sono, por outro lado:

  • aumenta a imunidade
  • ajuda na perda de peso
  • aumenta o seu bem-estar mental
  • previne o diabetes

Normalmente, as pessoas dizem que não é possível recuperar o sono perdido. No entanto, é possível se recuperar de noites não dormidas e, depois, criar uma rotina saudável de sono que funcione para você. Para você se recuperar de um período de privação de sono, adicione uma ou duas horas de sono por noite. Vá para a cama quando você se sentir cansado e só acorde quando o seu corpo lhe avisar que já é hora. Se acabar sendo 10 horas de sono por noite, não se preocupe. Com o tempo, você saberá a quantidade exata de horas de que precisa por noite.

Você também pode precisar de mais horas de sono do que o normal se estiver grávida, se recuperando de uma doença ou se tiver passado por um esforço físico extremo.

Manter horas regulares de sono ensina o cérebro a se acostumar com a rotina. Isso será muito mais fácil se você for um freelancer, como eu. Organize sua agenda de acordo com suas necessidades. Se os seus prazos de entrega de trabalhos lhe obrigarem a trabalhar até tarde em uma noite, compense na manhã ou na noite seguinte, ou até mesmo presenteie-se com um dia de folga o mais breve possível. Não se esqueça de que uma das vantagens de ser freelancer é organizar as suas próprias horas de trabalho, não somente para trabalhar mais como também para trabalhar menos, quando necessário.

Além de uma boa noite de sono, o relaxamento é também extremamente importante. Eu, por exemplo, não consigo me deitar logo após desligar o computador. Primeiro, preciso relaxar e me preparar para ir para a cama. Se você for como eu, pode:

  • tomar um banho quente
  • praticar alguns exercícios de relaxamento
  • ouvir músicas relaxantes
  • ler um livro

O que funciona para mim é deitar no sofá e assistir à TV. Assistir à TV me ajuda a não pensar em nada, esvazia a minha mente e me ajuda a desconectar do trabalho. Você precisa encontrar o que sirva para você.

Uma última dica: não trabalhe no seu quarto. Se você não tiver um cômodo que possa ser chamado de escritório, trabalhe na sala de visitas ou em qualquer outro espaço onde possa acomodar uma mesa.

Você tem alguma outra dica para compartilhar conosco? Você pode também compartilhar as suas próprias histórias de privação de sono, caso tenha alguma.

Translator’s bio
Esther PicEsther Dodo é paulistana, formada em Administração de Empresas, tradutora freelancer e, atualmente, está prestes a obter certificação como tradutora no par inglês-português na New York University (NYU). Reside nos EUA desde 2001. Entre em contato com ela pelo LinkedIn e pelo Facebook.

Dear beginner

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Yesterday, I received an email from a young translator who has come across the blog and asked me if I could give her some advice. The questions she asked me were:

  1. Whom or what organization should I contact to start getting work?
  2. All European agencies I have applied for require a minimum of 5 years of professional industry experience. How do I compete with that? How will they hire the graduate over the experienced translator/interpreter?
  3. Where do I need to go to network and whom should I contact to expand my professional network, especially in the freelancing world? Are there reputable forums or advertising platforms?
  4. Do you know anyone who is involved in the specialized translation of libretti or how I can possibly get work?
  5. How much is it reasonable to ask for as a recent graduate: hourly rate, half-day, full-day and travelling expenses (particular to the interpreting world) and per word or other for translation? Especially Luxembourg, Germany and Italy.

Since I know many beginners feel quite lost indeed, just like her, I decided to reply to her email with a blog post, so everyone can have access to.

Well, dear beginner, the first problem is we live not only in different countries but also in different continents, so my reality will be quite different from yours. In spite of that, I’ll (try to) answer your questions in a general way that applies to any translator in the world:

  1. I sincerely don’t know. And the only one who is able to find that out is you. First of all, you need to define what you are looking for: freelance or in-house positions, direct clients or translation agencies (or maybe both), translation or interpreting, national or international clients, field of specialization (I, for example, work with IT, and something in the engineering field would definitely not work for me) etc. After knowing what you are looking for, research, google it, read a lot of blogs, network with people on social media, join translation groups and read what they post. If you find a potential client, send your CV presenting yourself and offering your services.
  2. I have never come across such a requirement in our industry. The ones I have had contact with analyze CVs and send tests. I haven’t even heard of such a thing, but maybe, as I said, the Brazilian reality is different from the European one. The only thing I can think of, in this case, is maybe offer to take a test or make any other offer you may judge suitable for you so they can assess your quality and decide if they want to work with you.
  3. If you read Sara Colombo’s blog, you’re already on the right track. Sara is one of the most influential translators I know. I also suggest that you follow Marta Stelmaszak and Valeria Aliperta, who were both my role models in the beginning (and still are). Emeline Jamoul, Olga Arakelyan and Catherine Christaki are also great professionals who contribute a lot to our field. I could list dozens of great translator influencers, but it will also depend on who you identify yourself with. With time, you’ll find the right people. Don’t forget to follow translators from your home country and from the country where you’re living at as well, so you can have more information about your market. Please keep in mind that these people will only help you with information, not job opportunities.
    Be active on social media (Facebook, Twitter, Google+, LinkedIn etc.), join groups, read a lot of what is shared on those places, talk with peers, join ProZ.com, join professional associations (ATA, IAPTI, ITI etc.).
  4. Unfortunately, I have no idea on how to help you with that. Again, research and talk to people.
  5. First of all, as I said, rates change from one country to another, and also from one translator to another. Rates vary a lot in our industry, and it’s quite complicated to tell you what to charge. When I started, I was offered a price and accepted it because I thought it was enough for me at the time. And it was. In the beginning, a low rate is better than nothing, at least in my opinion. With time, after doing a lot of research and talking to colleagues, I learned to set my own rate. Find translators who live in the same country as you do and ask them, if you feel it’s appropriate, that is. We usually charge per word in translation. I don’t work with interpreting, but I guess it’s per hour. As to travelling expenses, as far as I know, you charge exactly what you have spent on them.

In a nutshell, as you can see, you won’t find the exact answers you’re looking for on one person only. And you won’t find a job if you don’t keep looking. I only found my first client after two months of sending dozens of CVs every day.

Be persistent and never give up.

Some resources that may help you:
Getting started as a freelancer: how long does it take?
How to write a killer resume
Free rate calculator for translators
Searching for jobs on Twitter
Don’t compare your beginning to someone else’s middle
15 tips on how to increase your chances when contacting translation companies
Why do translation rates vary so widely?
Should I have a ProZ.com profile?
Eight unusual tips for newcomers

If anyone has any other tips to give her or knows the answer to any question I didn’t know how to tackle, please feel free to comment below.

Guest post: Audiovisual translation

Hi, there! How have you been? For those of you who live up North, enjoying the summer break? And for those who are on vacation, hope you find a minute or two to read today’s guest post. Valentina Ambrogio, Italian, is our first foreign translator guest.

Welcome, Valentina!

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Audiovisual Translation: Subtitling vs Dubbing

If there is one thing I have learnt in my experience as Audiovisual Translator is that I will never be able to watch foreign movies – or any TV programs for that matter – the way I used to. Yes, because now I pay attention to every small translation-related detail! Imagine how thrilled my boyfriend must be when I start complaining about mistranslations or wrong subtitle segmentation, when the only thing he wanted to do was relax after a long day.

Let me tell you something about my specialisation.

What Audiovisual Translation is

Audiovisual Translation (AVT) is the translation of any audio, visual or audiovisual material to facilitate its distribution in a different market. When we talk about AVT we usually refer to dubbing, subtitling, localisation, and media accessibility (audio description, subtitling for the hearing-impaired).

Most of my workload deals with subtitling and dubbing, so I will focus more on these two subjects and my experience with them.

Subtitling

Subtitles help the audience understand the ‘spoken part’ of a movie while listening to the original dialogues. The widespread practice of fan-subbing made people think that subtitling is an easy job. Sorry to disappoint you, but it is not! As any other translation specialisation, the translator needs proper training, and the existence of degree courses on this subject should be a clear hint! Subtitling is not just mere translation (what is it after all?), and the subtitler has to pay attention to, for instance:

  • Character length – usually each line cannot exceed 40 characters, and two lines maximum can form each subtitle.
  • Duration – the viewer must have the time to read all subtitles appearing on screen. Average duration is 1.50 – 2 seconds for very short subtitles (one or two words) up to 6 seconds for longer subtitles.
  • Synchronisation – there must be a close correlation between film dialogue and the presence of subtitles on screen.

Audiovisual Translation is not just about translating dialogues though. There are other important elements -such as signs, letters, captions and other written text – which are often fundamental to the plot and therefore need to be translated. This becomes an issue when you have important pieces of dialogue and, at the same time, a relevant sign coming up on screen. In cases like this, the subtitler has to make an important choice and omit what he/she considers less relevant to the plotline. Good subtitles are like tailor-made dresses: they fit perfectly, but the tailor’s work is not visible.

Dubbing

Dubbing is the translation and adjustment of dialogues – or better, adaptation – to the mouth movements of the actor (lip synchronization), which is also one of the major constraints of dubbing. Once I read that dubbing is like an illusion that the characters talk in the target language. The translation approach varies significantly from subtitling. For instance, the translator has to give as many indications as possible to the voice-over actor, such as:

  • Name of the character;
  • Short/long pauses;
  • On-screen or off-screen dialogue – even within the same sentence.

There are a lot more, these are just a few. The final translation looks a lot like a movie script, but much more detailed than that. Other factors to take into account are body movements and non-verbal elements. Dubbing takes place during the post-production phase. It involves an entire team of experts, which is why dubbing costs are considerably higher than those of subtitling.

Subtitling or Dubbing?

There is a long and ongoing discussion about the pros and cons of these two very different techniques. In a nutshell: on the one hand, subtitling allows the viewer to enjoy original dialogues, which is good both in terms of language learning and even just for a matter of enjoying original voices and all their different nuances. Moreover, it is faster than dubbing, thus allowing earlier access to the media. On the other hand, not everyone enjoys a good movie with subtitles, which are perceived as a distracting element. This situation is more common in those countries where dubbing is the most common practice.

In Italy, some major dubbing companies managed by a small group of families take care of 80% of all movies and related dubbing work, including the translation part. The result is that all movies not only speak the language, but also use the same voices. This is, in my opinion, one of the major downsides of dubbing. Don’t get me wrong, voice-over artists are true professionals. They are impeccable and just as good as screen actors, but I believe dubbing interferes too much on the essence of the movie.

Well, I root for subtitling. My latest subtitling work involved adaptations of movies for international film festivals. Translating foreign movies allows me to get in touch with different cultures and different cultural movie styles. Sometimes I feel a real connection with these movies and I get really sad when I realise my job is done – this is how much I love this job. Isn’t this the best feeling?

Thanks a lot for your rich contribution to our blog, Valentina! I’m really glad you accepted my invitation and took the time to write something interesting to us. 🙂

Valentina also has a newly launched blog herselft. Check it out!

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About the author
fotoValentina Ambrogio is a professional English to Italian translator, localiser and subtitler, and director of Rockstar Translations. She is currently based in Rome, where she works as in-house translator. She (proudly) describes herself as TV-series addict, anglophile, potterhead and whovian. You can find her on Twitter, LinkedIn and Facebook. Valentina has recently started a blog, called “The Translation Cauldron”.

PROFT 2014 (IV Simpósio Profissão Tradutor)

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Esta semana, foi oficialmente divulgada a data do PROFT 2014 (IV Simpósio Profissão Tradutor). O evento é realizado de forma primorosa pela Ana Julia Perrotti-Garcia e conta com várias comunicações e palestras sobre diversos assuntos interessantes relacionados à tradução. Ele é anualmente realizado em São Paulo e, este ano, será no Hotel Paulista Wall Street (Jardins) nos dias 12 e 13 de dezembro.

Minha primeira participação no PROFT foi no ano passado. Fiquei impressionada com a qualidade das apresentações. Tanto que a ideia de escrever sobre algumas delas aos que não puderam comparecer, mas que tinham interesse em saber mais, deu origem a este blog. Minha segunda publicação no blog foi sobre a divertidíssima comunicação do Reginaldo Francisco, Tradutor humano e tradutor máquina: Diferentes possibilidades de interação, a melhor do PROFT, na minha opinião. Tempo depois, em janeiro, escrevi uma publicação sobre a comunicação da Maria Lucia Cumo, Pontos de conforto: Ergonomia, mobiliário, hábitos (em inglês), extremamente útil aos que trabalham em casa, no computador. Tenho certeza de que as apresentações deste ano também darão origem a várias outras publicações interessantes e úteis aos meus queridos leitores do blog.

O PROFT do ano passado também me rendeu um bom networking: conheci a querida Carolina Ventura, atual leitora assídua e apoiadora do blog, além de ter se tornado uma boa amiga e de ser uma ótima profissional. Ela participou, inclusive, da minha série de convidados, em que falou sobre a experiência dela como tradutora da área médica (Me, my translations and the Public Health field: a love story).

Resumindo, é um evento imperdível!

A primeira chamada para resumos já está aberta e o prazo para o envio deles é 30 de setembro. Tema: A tradução e suas múltiplas facetas. Os trabalhos submetidos deverão abordar temas ligados ao universo da tradução e da interpretação, tanto práticos quanto científicos. O envio deverá ser feito por email para o endereço profissaotradutor(arroba)gmail(ponto)com. Aguarde a confirmação do recebimento.

As inscrições antecipadas também já estão abertas e concorrerão a brindes.

Valor: R$ 90,00

O pagamento deverá ser feito por depósito ou transferência bancária para:

Banco Bradesco
Agência 0653-0
C/C 002697-2
Scientia Vinces Serviços de Tradução

Caso seja necessário o CNPJ, envie um email para o endereço de email acima solicitando-o.

É necessário enviar um email com o nome completo (conforme deseja que seja impresso no certificado), endereço completo, telefones para contato e o comprovante de pagamento da inscrição digitalizado. Aguarde a confirmação do recebimento.

Atenção! As vagas são limitadas, portanto, não perca tempo!

Vejo vocês lá! 😉

Evento no Facebook
Website (a ser atualizado em breve)

Guest post: Semana do Tradutor da Unesp

Olá, estimados leitores! Sejam bem-vindos a mais uma publicação convidada! É sempre um prazer receber cada um de vocês no meu blog. Como o assunto de hoje é um evento brasileiro de tradução, resolvi fazer a introdução também em português.

O convidado de hoje é o Fábio Bianchi, aluno do curso de Tradução da Unesp e presidente da Comissão Organizadora da Semana do Tradutor da universidade. Convidei-o para falar um pouco mais sobre o evento de tradução mais tradicional do Brasil, além de também ser um dos melhores. Como ex-aluna, com orgulho, da universidade e do curso, é um prazer poder recebê-lo aqui, Fábio. Seja bem-vindo!

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XXXIV Semana do Tradutor e I Simpósio Internacional de Tradução

A Semana do Tradutor é um evento realizado anualmente, desde 1981, por discentes e docentes do curso de Bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor, da UNESP de São José do Rio Preto (IBILCE). É um dos mais tradicionais eventos entre os tradutores, em que pesquisadores e profissionais da área são convidados a ministrar minicursos, proferir palestras e participar de mesas-redondas, promovendo a integração entre pesquisadores, profissionais, especialistas e estudantes. 

Ao longo dos anos, a convenção tem constantemente se evoluído e, neste ano, após várias reuniões, a Comissão Organizadora optou por expandir o diálogo criado no evento para o âmbito internacional. Assim, foi decidido que, simultaneamente à XXXIV Semana do Tradutor, seria realizado o I SIT (Simpósio Internacional de Tradução), procurando reunir profissionais de diversas partes do mundo para ampliar a troca de experiência entre os tradutores.

O Simpósio, cujo foco principal é a Tecnologia na Tradução, trará palestras e minicursos ministrados por profissionais internacionais, como Lynne Bowker, Prof.ª Dr.ª na University of Ottawa; Jorge Díaz-Cintas, Prof. Dr. na UniversityCollege London; e Yves Champollion, desenvolvedor do Wordfast, famoso software de memórias de tradução.

Além de grandes nomes estrangeiros, a Semana também contará com fortes nomes nacionais, entre eles Márcia Martins (PUC-RJ), Caroline Alberoni, Dilma Machado, Paula Ianelli, Pablo Simpson (UNESP), Andreia Menezes (UNIFESP) e Claudia Mauro (UNESP).

A parte de apresentação de trabalhos também se destaca no evento. São mais de duzentos trabalhos inscritos (nacionais e internacionais) em onze linhas temáticas, como tradução literária, tradução audiovisual e lexicografia.

A XXXIV Semana do Tradutor e o I SIT acontecem de 22 a 26 de setembro no campus da UNESP de São José do Rio Preto, SP. As inscrições para ouvintes estão abertas, e o valor promocional estará disponível somente até dia 31 de julho. Participe!

Mais informações:
www.semanadotradutor.wix.com/principal
www.facebook.com/semanadotradutor

Muito obrigada por sua participação, Fábio! Será um enorme prazer poder participar como palestrante em um evento em que já participei como aluna. Sempre é bom poder dividir nosso conhecimento, por menor que seja, com os alunos que desejam realmente ingressar no mercado.

Não se esqueçam: o valor promocional é somente até quinta-feira, 31 de julho. Depois disso, ele aumentará. A Semana é uma ótima oportunidade de networking e troca de experiências em cinco dias repletos de informações úteis.

Para os interessados, minha apresentação será na quarta-feira, dia 24 de setembro, às 14h, sobre Branding, marketing e mídias sociais.

Author bio
10567588_604552796323953_1442520886_nFábio Bianchi está no terceiro ano do curso de Bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor (cursando inglês e italiano) na UNESP de São José do Rio Preto. Desde 2012 faz parte da Comissão Organizadora da Semana do Tradutor, em que hoje ocupa o cargo de presidente.

Invitation/Convite

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Hello again, dear followers!

Since I’ve been two weeks away, now I want to make it up to you by writing twice this week. 🙂

Today I finally decided to put a plan I’ve had for some time now into practice. And for that, I’ll need you. So, actually, this post is an invitation.

As you know, this blog is in English, but I also feature posts in Portuguese. People often say though it’s a real shame they can’t speak English or Portuguese to read the texts. Since I’m a translator and this blog is about translation, why not translate the posts into my working languages? It would be perfect, right?

I totally agree with it. However, unfortunately, I barely have the time to write every week (as you might have noticed already), how could I find the time to translate all posts into two languages? That’s impossible, I’m afraid. So I had this idea: invite you, my readers, translators, to translate my posts, if you like, of course.

Posts in Portuguese would be translated into English and Italian, and posts in English would be translated into Portuguese and Italian. Even though we aren’t able to translate all posts into all two languages, the most we can do will be already fantastic.

Therefore, from now on, if you are interested in translating any of my posts so far (even the guest posts), please feel free to contact me. Needless to say you’ll be duly acknowledged as the translator of the post.

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Olá novamente, queridos leitores!

Como deixei vocês sem publicações por duas semanas seguidas, resolvi compensar escrevendo duas vezes nesta semana. 🙂

Hoje, finalmente decidi colocar um plano que já tinha em mente há certo tempo em prática. Para isso, precisarei de vocês. Por isso, na verdade, esta publicação é um convite.

Como vocês sabem, este blog é em inglês, mas também temos publicações em português. Frequentemente, algumas pessoas dizem que é uma pena não entenderem português ou inglês, pois gostariam de ler o texto. Como sou tradutora e este blog é sobre tradução, eu poderia traduzir as publicações para meus dois outros idiomas de trabalho, certo?

Concordo em gênero, número e grau. No entanto, infelizmente, mal tenho tempo para escrever semanalmente (como vocês já devem ter observado), como encontraria tempo para traduzi-los para dois idiomas? Impossível. Portanto, tive a ideia de convidar vocês, meus leitores, tradutores, a traduzirem os textos do blog.

As publicações em português seriam traduzidas para o inglês e o italiano e as publicações em inglês seriam traduzidas para o português e o italiano. Sei que talvez não consigamos traduzir todos os textos para os dois idiomas, mas o máximo que conseguirmos já será fantástico.

Portanto, a partir de agora, se você tiver interesse em traduzir qualquer publicação para qualquer um dos meus idiomas de trabalho (português, inglês e italiano), entre em contato comigo. Isso também vale para as publicações dos convidados. É claro que o tradutor será devidamente reconhecido pelo trabalho.