Studying overseas (or How to choose a translation course?)

Courtesy of fdecomite on Flickr

All my translations for the day are done and, before I finally head off to my vacation, I’ll treat you with one last post of May.

Today’s post was inspired by this guest post (in Portuguese), by Angélica Cattini, about studying abroad. Since I also had an experience of studying abroad, I decided to share it with you. After all, if you are like me, it can help you decide or make up your mind on what to do yourself. It can also suit those who simply want to study translation/interpreting, but don’t know where to start.

As some of you may already know, I did my MA in England. I fell in love with the country after spending seven months working as an au-pair for my aunt in Cambridge (what’s not to fall in love with in this lovely city, right?) – after concluding my high school studies, before entering university. After this period, I came back to Brazil and started my BA in Letters specialized in Translation at a Brazilian university (UNESP). During my major, all I thought of was to do an MA in Interpreting in England. So I spent four years researching all the possibilities. Every time I had some spare time, I would google several combinations of the words interpreting, MA, England, translation, UK, etc. I found out there were quite a few universities that offered the course in England. The main criterion I used to choose one was price. The pound is really expensive when compared to the Brazilian real (Brazilian currency): it’s worth more than three times more! At the time, the University of Surrey was the cheapest: the total fee for a non-European student was around 9,000 pounds (R$ 27,000.00 Brazilian reais!) – which could be paid in three installments. Obviously, although I already worked as an English teacher and had saved some money, I didn’t have it all. So I talked to my parents to see if they had the money and if they could lend it to me. Luckily, they had and agreed with lending it.

For the admission process, I mailed all the required documentation, which included a proficiency exam with a given grade. They didn’t necessarily demand that I translated my proof of education, which was perfect! I also had a telephone interview (in English, of course) with one of the department’s professor.

As planned, I applied for the MA in Interpreting programme. However, one week before embarking to the UK, I received a phone call from the university informing that, unfortunately, they weren’t able to build a class for Brazilian Portuguese, so I would have to choose another course. Nevertheless, they also offered me some interpreting workshops and said I could attend any interpreting lessons I wished as an audit student. At first, I was really upset. But later on, I realized it was the best thing that ever happened to me. I found out that, actually, I loved more translating than interpreting, and that translating was more adequate to my skills. All in all, I ended up choosing the MA in Translation Studies with Intercultural Communication course.

As for accommodation, I chose the cheapest option: leaving on campus. The University of Surrey offers several accommodation options for students. The one I chose (the cheapest one) was a house for 10 people (only girls) with two bathrooms and a kitchen. I shared a duplex room with a Chinese girl.

In order to pay for my expenses, I worked part-time (with a student visa, you are allowed to work up to 40 hours a week in the UK) as a waitress at a café and at an Italian restaurant. So I had lectures five days a week, all day long, and worked on weekends at the café during the day and at the restaurant during the night.

The full-time course length is 12 months, with two one-month-long “vacation” periods: the first one on Christmas holidays and the other on Easter. “Vacation” periods (between quotation marks) because they were vacation only from lectures. We actually had to write essays (they don’t have tests) and start working on our dissertation during this period. But I also took advantage to work a bit more as well.

At the end, I managed to save quite some money to travel for two weeks around Italy and for my expenses back in Brazil while I didn’t find a job.

In a nutshell, it was a bitter-sweet experience. A dream-come-true, living one year in a country I love, studying something I ‘m passionate about, meeting awesome people, learning tons of things on the process; but I also had a really hard time, working and studying A LOT, missing my family, friends and country. However, it was totally worth it. And I would do it all again if I had the chance. Bottom line is there’s nothing impossible when you really want something. If you really wish, from the bottom of your heart, to do something, you’ll find ways of doing so.

You can find more information about the University of Surrey in the hyperlinks provided throughout the post. Besides, here are a couple of other UK universities I know that offer translation/interpreting BA/MA courses:

University of Leeds
University of Salford
London Metropolitan University

Well, I hope my experience helps some of you. Please feel free to comment or add your own experience.

 

Note: Please note that, as previously announced, I’ll be on vacation from tomorrow to June 1st, therefore, there won’t be any blog activities during this period. I’ll resume blogging on June 3rd.

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10 thoughts on “Studying overseas (or How to choose a translation course?)

  1. Falou e cumpriu, hein, Carol? Adorei o post! Não sabia que vc tinha morado em Cambridge antes da faculdade! Que demais! Tenho certeza que vai inspirar muita gente a se aventurar em estudar fora! 😉

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  2. Hey Carol!

    I’m really glad you’ve been to England. In fact I passed through the same experience with you, only that I was in London. But Cambridge is much more beautiful though. Just out of curiosity.. have you found a job now or are you working as self employed etc?

    P.S.: I’m a translator too..

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  3. Pingback: Weekly favorites (May 16-22) | Lingua Greca Translations

  4. Pingback: Empreendedorismo | Carol's Adventures in Translation

  5. Oi Carol!
    Acabei de achar o seu site e, em especial, esse seu post. Nem acredito, parece que estava lendo minha própria história!
    Finzinho do ano passado me inscrevi no Interpreting MA da University of Surrey. Até agora não recebi uma resposta, e cada dia que passa é um sofrimento!!!!! Sou apaixonada por esse curso, por essa carreira, e sabendo que são poucas as universidades que oferecem um mestrado nessa área, sinto que só tenho essa chance com Surrey, com a minha combinação de idiomas.
    Você se importaria em me dizer se a sua resposta demorou muito? Já vai completar um mês da minha inscrição e até agora nada! Se eu puder fazer outra pergunta… Você poderia falar um pouco sobre a sua entrevista com o professor do curso? Que tipo de perguntas ele fez? Foi como uma espécie de “teste de aptidão”? Eu na verdade tenho um diploma em Direito, mas falo um bocado de línguas e espero que isso, de alguma forma, compense o fato de eu não ser formada em Letras. Mas infelizmente nunca fiz nenhum trabalho com Interpretação, então estou com muito medo da entrevista (se ela vier!) exigir conhecimentos da área.
    Posso fazer uma última pergunta? O que você sente que foi essencial pra sua aprovação pra entrar no curso? Suas notas, referências ou sua experiência profissional (se você tinha alguma na área)?
    Ufa! Desculpa se pareci muito intrometida ou curiosa… Mas estou cheia de dúvidas e não conheço ninguém que tenha passado por uma experiência parecida pra conversar!
    Muito, muito obrigada pelo seu tempo, que eu imagino que seja corrido. Ficarei muito agradecida se você puder responder minhas perguntas!
    Agora vou lá ler o resto do seu blog!
    Um beijo.

    Cloé

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    • Olá, Cloé!
      Seja muito bem-vinda!
      Fico feliz que tenha gostado do blog e ainda mais feliz em saber que você também frequentará a University of Surrey! Que legal!
      Sinceramente, não consigo me lembrar se a resposta deles demorou, sinto muito! Como disse no texto, também me inscrevi para o mesmo curso que você, recebi a aprovação, mas, uma semana antes de eu embarcar, recebi uma ligação deles dizendo que não havia outros alunos de português e, por isso, eu teria de escolher outro curso. No entanto, para compensar, eles me ofereceram algumas aulas extras de interpretação e eu também pude assistir às aulas teóricas do curso como ouvinte. No fim, foi um mal que veio para o bem, pois descobri que, na verdade, minha área era a tradução mesmo, não a interpretação.
      Quanto à entrevista, ela é extremamente simples. É uma conversa informal para comprovar seu nível de inglês, portanto, não serão feitas perguntas técnicas. É mais um bate papo mesmo. Nothing to worry about! 😉
      Uma das minhas amigas de curso, uma polonesa, não tinha formação nenhuma na área e passou. Não acredito que formação na área seja um requisito para ser aceita. Lembro-me de a professora que fez a entrevista comigo (Sabine Baun) ficar impressionada com o meu nível de inglês. Além disso, não me lembro de muitos detalhes (tenho a memória péssima! :/).
      Minhas notas não eram as de uma aluna excelente, portanto, não acredito que isso tenha sido essencial. Também não tinha experiência na área, eu era professora de inglês há muitos anos. Não sei te dizer o fator que me ajudou no processo de seleção. Acredito que o único fator essencial seja realmente o nível de inglês, afinal de contas, você estará imersa na língua. Além disso, nem a formação na área é critério, já que a minha amiga passou.
      É um prazer poder te ajudar, Cloé! Caso queira continuar a conversa, sugiro que passemos para o email. O que acha?
      Tenho certeza de que você passará, não se preocupe. Se você precisar de qualquer outro tipo de ajuda, tanto sobre a universidade e o câmpus quanto sobre a cidade e a vida lá, será um prazer enorme poder te ajudar. É só me escrever.
      Sugiro que escreva um email para eles perguntando sobre o resultado, se ele realmente estiver demorando para chegar.
      Meanwhile, let’s keep our fingers crossed!
      Sucesso!

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      • Oi Carol!!!!!!!!!!!! Voce foi tao atenciosa respondendo minha mensagem, chega fiquei emocionada. Peco desculpas pela demora na re-reposta, tive uns contratempos que me deixaram afastada da internet.
        Voce me deu sorte! Logo depois de falar contigo eles me mandaram um email pedindo por mais informacoes minhas e acho que logo eles entram em contato de novo…
        Mais uma vez, muito, MUITO obrigada pelas suas respostas, elas tiraram um peso das minhas costas… Eu nem tenho palavras pra agradecer o seu tempo em responder minhas duvidas… Claro que eu adoraria continuar a conversa por email, se, claro, nao for nenhum incoveniente. Voce pode me passar o seu? Estou um tanto sem graca de dizer isso, mas o meu nome na verdade e Mel; Cloe e o nome que uso desde que escrevia fanfics, ha muito tempo atras (como algumas pessoas ja conheciam resolvi continuar com ele)… Mas essa da foto do Avatar sou eu mesma! Meu email e melcavalcanti@live.com. (ou voce pode me passar o seu e eu entro em contato contigo)
        Muito, muito obrigada pelas suas palavras, de verdade! Significaram muito para mim! Que voce receba em dobro essa gentileza!
        (desculpe a falta de acentos, estou escrevendo de um computador improvisado para te responder!)
        Ate logo :))))))

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